Lua-de-mel de dez dias.
A primeira viagem como um casal, 12 dias.
Depois disso, miles de viagens com filhas ou sem elas.
Em 30 de maio, a mudança definitiva pra Bela Vista. Já são 55 dias de férias.
Muitas vezes pensei em como seria quando o par deixasse de trabalhar. Estaria "velho" demais?
Ou cansado demais? Faríamos o quê? Onde?
E cá estamos nós, com todo o gás, com a casa nova quase toda organizada.
Eu, cuidando dos maracujás. Ele, montando a fábrica de tijolos. E muito gás. E muito cansados também.
E muito felizes. Ainda hoje perguntei-lhe :-"Você tá feliz?" A resposta foi linda: -"Muito mais do que eu poderia imaginar!"
Voltamos a estar sós, como quando nos casamos, mas é muito melhor. Temos o imenso prazer de receber as filhas e seus pares de quando em vez. E receber amigos que vêm por alguns dias e depois partem deixando boas lembranças.
Cada um tem seu tempo, seu espaço.
Já não há a neura de acordar sempre à mesma hora ou refeições com hora marcada.
Num dia almoçamos às 11:30. Noutro, às 14:00.
Tomamos uma cervejinha a qualquer hora.
Aposentadoria? Férias? Descobri que essas duas palavras podem perfeitamente ser sinônimas.
CARPE DIEM
sexta-feira, 24 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
Tempo, tempo, tempo

Cadê o tempo? Cadê meu tempo? Não consigo encontrar um pouco de tempo pra fazer as coisas de que gosto. Há 50 dias não tenho tempo pra nada que não seja organização da casa (que não acaba nunca!) e maracujás.
Nada de reclamações melosas, sofridas, do tipo: Ó, meu Deus!
Sempre achei um exagero quando alguém dizia não ter tempo pra fazer o que não fosse absolutamente necessário. "-Até parece que ela não tem tempo." É o que sempre pensava. Maldosa eu, hein?
Pois isso acontece! E cá estou eu hoje, sem conseguir um pouco do tal tempo pra ler meus blogs favoritos, atualizar meus e-mails, passear com minha cachorrinha...
Acho que quando mudei pra esta casa deixei o tempo na outra. SERÁ?
CARPE DIEM
domingo, 5 de julho de 2009
Voltando
E cá estou eu voltando, aos poucos, a ler meus blogs favoritos, responder aos e-mails recebidos, e ter uma vida internética quase normal.
CARPE DIEM
CARPE DIEM
segunda-feira, 18 de maio de 2009
...e ela cresceu
Minhas filhas cresceram. Tornaram-se adultas bem resolvidas, profissionais competentes, pessoas bonitas por dentro e por fora (mãe é mãe).
Tenho muito orgulho delas. E muito orgulho de mim também. Por que não? Sei que errei algumas vezes, mas com certeza os acertos foram muitos maiores. Elas estão aí, pra confirmar isso.
Verena divide-se entre o emprego no BB e seu consultório de psicologia, lugar onde realmente se realiza.
Mirella é bióloga e professora, e incutiu em nós o respeito e preocupação com o planeta e o meioambiente. Há muito faz parte de nossas vidas reciclar e preservar.
E Raíssa, nossa caçula, inicia agora nova etapa de vida. Com a mudança definitiva dos pais pra Bela Vista de Goiás, ela vai morar sozinha. Sei que sua maturidade e responsabilidade serão fundamentais pra que ela tenha sucesso nessa nova empreitada. Mas fica um sentimento de abandono também. Afinal, não foi uma opção dela morar só. O que me acalma e alegra é ver sua empolgação em levar amigas pra ajudá-la a pintar o cantinho que escolheu, comprar os móveis , escolher coisas de nossa casa que ela faz questão de levar.
Suas irmãs e amigas organizaram um chá de cozinha pra ela, e pela quantidade de adereços incluidos em seu visual, acho que ela não acertou nenhum dos presentes.

Tenho muito orgulho delas. E muito orgulho de mim também. Por que não? Sei que errei algumas vezes, mas com certeza os acertos foram muitos maiores. Elas estão aí, pra confirmar isso.
Verena divide-se entre o emprego no BB e seu consultório de psicologia, lugar onde realmente se realiza.
Mirella é bióloga e professora, e incutiu em nós o respeito e preocupação com o planeta e o meioambiente. Há muito faz parte de nossas vidas reciclar e preservar.
E Raíssa, nossa caçula, inicia agora nova etapa de vida. Com a mudança definitiva dos pais pra Bela Vista de Goiás, ela vai morar sozinha. Sei que sua maturidade e responsabilidade serão fundamentais pra que ela tenha sucesso nessa nova empreitada. Mas fica um sentimento de abandono também. Afinal, não foi uma opção dela morar só. O que me acalma e alegra é ver sua empolgação em levar amigas pra ajudá-la a pintar o cantinho que escolheu, comprar os móveis , escolher coisas de nossa casa que ela faz questão de levar.
Suas irmãs e amigas organizaram um chá de cozinha pra ela, e pela quantidade de adereços incluidos em seu visual, acho que ela não acertou nenhum dos presentes.

Vevê, Rai e Mimi
A caçulinha de todos nós cresceu. E certamente vai saber ser "dona de seu nariz".
CARPE DIEM
domingo, 17 de maio de 2009
Eu e elas
Por fim encontrei Rosana!
Marina querida, sua filha mais velha e minha colega de trabalho por uns tempos, nos ajudou a realizar o feito. Rosana foi à Brasília pra assistir ao show de Caetano, e como eu estaria na cidade pra comemorar o niver da filha caçula preferida, decidimos que seria a ocasião perfeita. Confesso que eu estava muito ansiosa afinal, nos "falamos" quase que diariamente através de seu blog, do meu e do Guaraná.
Ela é exatamente como eu imaginava: um cadinho mais baixa que esta pessoa que escreve, super simpática e sem papas na língua. Gosto de pessoas assim.
Pena, mas muita pena mesmo, que poucos minutos depois de nos encontrarmos, surgiu um imprevisto e tive que ir embora.
Gentil como ela só, não me deixou partir sem antes tirarmos algumas fotos.
Tomara consiga eu visitá-la em Patos no mes de julho. Aí sim, conversaremos muito.
Foram poucos minutos juntas, mas fiquei muito feliz com o encontro.
Vejam que foto mais linda!
Euzinha, Rosanita e Marina
CARPE DIEM
Marina querida, sua filha mais velha e minha colega de trabalho por uns tempos, nos ajudou a realizar o feito. Rosana foi à Brasília pra assistir ao show de Caetano, e como eu estaria na cidade pra comemorar o niver da filha caçula preferida, decidimos que seria a ocasião perfeita. Confesso que eu estava muito ansiosa afinal, nos "falamos" quase que diariamente através de seu blog, do meu e do Guaraná.
Ela é exatamente como eu imaginava: um cadinho mais baixa que esta pessoa que escreve, super simpática e sem papas na língua. Gosto de pessoas assim.
Pena, mas muita pena mesmo, que poucos minutos depois de nos encontrarmos, surgiu um imprevisto e tive que ir embora.
Gentil como ela só, não me deixou partir sem antes tirarmos algumas fotos.
Tomara consiga eu visitá-la em Patos no mes de julho. Aí sim, conversaremos muito.
Foram poucos minutos juntas, mas fiquei muito feliz com o encontro.
Vejam que foto mais linda!
Euzinha, Rosanita e MarinaCARPE DIEM
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Guardados
Dedico o texto de hoje a todos os queridos guaranetes e alguns convidetes que "tão duramente me malharam, qual Judas num sábado de Aleluia", porque eu escrevi desprezar quem guarda ou coleciona tudo. De forma alguma estas linhas são uma reclamação, até porque o respeito que todos demonstraram por minha opinião me confirmou a solidez e transparência de nossa amizade, apesar de virtual. O verbo "malhar" foi usado de forma positiva, pois é isso (também) que fazemos uns com os outros no blog Guaraná
Neste fim de semana fui à Brasília pra iniciar os preparativos da mudança definitiva pra Bela Vista de Goiás. Já sabia que meu par, no pouco tempo disponível durante a semana, estava fazendo a parte dele embalando coisas, desmontando outras e organizando tantas mais.
(Esta é a 18ª mudança que fazemos, e somente duas foram feitas por empresas especializadas: ida e regresso do exterior. Todas as outras foram embaladas por mim, dos talheres aos quadros.)
Quando cheguei em casa, vi uma quantidade absurda de caixas esperando por mim. Não 4 ou 6 ou 10. Muuuuuuuitas. Meu par havia guardado TODAS as caixas de todos os utensílios, e eletrodomésticos (tem hífen?), e eletroeletrônicos. Alguns já se estragaram. Mas as caixas estavam lá. E nossa última mudança foi há 11 anos! E de repente, fiquei feliz ao perceber que o jogo de jantar que gosto tanto estará bem embalado, os copos de cristal, a máquina de fazer pão...
Caixinhas guardadas dentro de caixas, guardadas dentro de caixões.
A bem da verdade eu nem sabia que todas essas caixas estavam esperando por outra mudança. Sabia de algumas. Mas todas! Nem pensar!
E agora me vejo mordendo a língua, pois se ele não tivesse guardado todas essas caixas desnecessárias, que ocupam um espaço enorme, num sótão que eu nem visito, eu não estaria tão tranquila sabendo que minhas coisinhas estarão bem acondicionadas pra mais uma mudança. E ele que guarde tudo mais uma vez. Vai que a gente mude de novo!!!
Em tempo: Eu tenho uma coleção de bonecas.
CARPE DIEM
Neste fim de semana fui à Brasília pra iniciar os preparativos da mudança definitiva pra Bela Vista de Goiás. Já sabia que meu par, no pouco tempo disponível durante a semana, estava fazendo a parte dele embalando coisas, desmontando outras e organizando tantas mais.
(Esta é a 18ª mudança que fazemos, e somente duas foram feitas por empresas especializadas: ida e regresso do exterior. Todas as outras foram embaladas por mim, dos talheres aos quadros.)
Quando cheguei em casa, vi uma quantidade absurda de caixas esperando por mim. Não 4 ou 6 ou 10. Muuuuuuuitas. Meu par havia guardado TODAS as caixas de todos os utensílios, e eletrodomésticos (tem hífen?), e eletroeletrônicos. Alguns já se estragaram. Mas as caixas estavam lá. E nossa última mudança foi há 11 anos! E de repente, fiquei feliz ao perceber que o jogo de jantar que gosto tanto estará bem embalado, os copos de cristal, a máquina de fazer pão...
Caixinhas guardadas dentro de caixas, guardadas dentro de caixões.
A bem da verdade eu nem sabia que todas essas caixas estavam esperando por outra mudança. Sabia de algumas. Mas todas! Nem pensar!
E agora me vejo mordendo a língua, pois se ele não tivesse guardado todas essas caixas desnecessárias, que ocupam um espaço enorme, num sótão que eu nem visito, eu não estaria tão tranquila sabendo que minhas coisinhas estarão bem acondicionadas pra mais uma mudança. E ele que guarde tudo mais uma vez. Vai que a gente mude de novo!!!
Em tempo: Eu tenho uma coleção de bonecas.
CARPE DIEM
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Bela Vista de Goiás

Felicidade, é uma cidade pequenina, uma casinha, uma colina
Qualquer lugar que se ilumina, quando a gente quer amar. (Moraes Moreira)
Como é bom ser feliz! Jamais pensei que me adaptaria tão facilmente à uma cidade pequena, simples, mas tão hospitaleira.
Há seis meses moro nesta cidade e só encontrei uma pessoa chata por aqui. Todos são atenciosos, gentis. Todos já me consideram "da família".
Claro que esta cidade não foge à regra das fofocas. Comprei uma casa num sábado à tarde, e na segunda-feira todos os conhecidos (e os desconhecidos também) já sabiam da compra, do local e até do preço pago por ela. Me paravam numa loja ou na padaria pra dizerem isso.
Não estranhei. Afinal, ao comprar um botijão de gás logo depois de mudar, o dono do depósito perguntou ao meu par: "- O senhor é o homem que vai montar a cerâmica?" Poucas pessoas sabiam sobre a fábrica de tijolos ecológicos por nosso intermédio. Mas a cidade toda já sabia. Em outros tempos acharia isso um absurdo, um "cuidar da vida dos outros". Hoje já não penso assim.
Sei que nossa chegada foi um evento e tanto. Gente de Brasília pra morar aqui!
Já estou bem adaptada. E agora, com o par vindo em definitivo pra Bela Vista, sei que esta nova etapa de nossas vidas será revigorante. Com maracujás, eucaliptos, mandiocas e tijolos ecológicos. E muita alegria. E muita felicidade.
CARPE DIEM
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Cara nova
Mais uma vez mudei a carinha do blog.
Tantas mudanças acontecendo que achei legal mudar aqui também. Se eu cansar, volto.
Só não consegui sair do verde, minha cor predileta.
CARPE DIEM
Tantas mudanças acontecendo que achei legal mudar aqui também. Se eu cansar, volto.
Só não consegui sair do verde, minha cor predileta.
CARPE DIEM
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