Se tem uma coisa que me incomoda muito e me machuca profundamente é saber que fui injusta com alguém.
Mesmo que tenha sido involuntária ou inocentemente.
Esta semana descobri que tenho sido injusta há anos, com uma pessoa querida. Não há dias. Há anos!!!
Somos concunhadas por escolha de parceiros e somos também comadres. Nos conhecemos há 32 anos e ela foi madrinha de casamento de meu par. E ele e eu somos padrinhos de seu filho.
Dessa forma, temos alguns "parentes" em comum.
Nesta semana recebi alguns desses "parentes" em minha casa, que vieram conhecer a cidade e nossa nova morada.
E determinadas atitudes (que não merecem ser detalhadas aqui) de um desses parentes me fizeram perceber que "estive do lado errado" por muitos anos. Foi como se um manto que encobria meus olhos tivesse sido retirado. E eu me senti a "mosca verde que pousou no cocô do cavalo do bandido".
Imediatamente entrei em contato com a pessoa querida pra me desculpar, e o que ouvi dela me deixou pasma: -" Eu sabia que algum dia você perceberia".
E o que me deixou mais desconfortável ainda foi perceber que, apesar de minhas atitudes por tantos anos, ela ainda me quer bem.
Não há o que fazer pra recuperar os anos perdidos de uma amizade que poderia ter sido muito mais estreita, mas farei o possível pra que os anos vindouros façam aflorar novamente aquela convivência e amizade que se perderam por causa de minha injustiça.
Nada mais há pra dizer a não ser: "PERDÃO ROSE".
CARPE DIEM
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sábado, 1 de agosto de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
Adoção no coração

Adoção é um ato de amor. E precisa ser amor incondicional. Um amor que faça a pessoa esquecer completamente que aquela criança é adotada, senão não funciona.
Quem é mãe ou pai, jamais pensa que o filho é biológico quando este faz algo que os entristece ou preocupa. Se o filho for adotivo, esse pensamento jamais poderá existir, senão...
Tenho uma amiga que adotou um casal quando ainda eram bebês. Por muitos anos ela sofreu com a possibilidade das crianças descobrirem. Claro que decobriram, e infelizmete se revoltaram.Hoje são adultos, mas o comportamento com os pais mudou. Tipo vaso quebrado com os cacos colados.
Minha filha mais velha sempre disse que gostaria de ter um filho biológico e adotar outro. Me orgulhava de sua determinação e me preocupava com a possibilidade do par escolhido por ela não aceitar isso. Mas... quando o namoro com o genro querido começou a engrenar ele perguntou a ela sua opinião sobre adoção e ela disse que adoraria adotar. E mais, que fosse uma criança negra, que são as mais preteridas. Coincidência? Sintonia? Destino? Não importa o que provocou o encontro dessas duas pessoas lindas. O que me deixa feliz é saber que terei lindos netinhos. De sangue e de coração.
Texto publicado no Guaraná com Canudinho em 03/04/09
CARPE DIEM
domingo, 21 de setembro de 2008
Um dos genros
Ontem fizemos um programinha com a família quase completa. Marcamos um cineminha que seria seguido de um jantar. Família incompleta pois a filha do meio preferida e seu esposo (hehe) não conseguiram sair a tempo de um compromisso com os amigos. Uma pena.
Filha caçula conosco, nos encontramos com a mais velha e seu par numa livraria. Enquanto tomávamos um café esperando a sessão começar, a chuva (e que chuva!) começou. E a energia se foi. Espera daqui, pergunta dali, soubemos que a dita cuja não retornaria tão cedo. Fazer o quê!
Bora pra uma pizzaria sugerida pelo consorte da filha acompanhada. Rodízio de pizza. Ai ai! Isso nunca é bom pra balança que fica escondida! Pizzas ótimas, massa fina, recheio elaborado, e o genro começa a falar uma coisinha engraçada aqui, outra ali, e depois de alguns minutos éramos todos só risada. Ele é muito divertido e tem a manha de contar as coisas de forma séria, "o caradepau". Todo mundo rindo e ele, esperando uma brecha pra contar algo mais.
Pessoa muito especial que nos foi presenteada ano passado por nossa querida filha. E o melhor, o mais maravilhoso nessa pessoa é que ele faz minha filha muuuuuito feliz. E, conseqüentemente, a sogra também.
Filha caçula conosco, nos encontramos com a mais velha e seu par numa livraria. Enquanto tomávamos um café esperando a sessão começar, a chuva (e que chuva!) começou. E a energia se foi. Espera daqui, pergunta dali, soubemos que a dita cuja não retornaria tão cedo. Fazer o quê!
Bora pra uma pizzaria sugerida pelo consorte da filha acompanhada. Rodízio de pizza. Ai ai! Isso nunca é bom pra balança que fica escondida! Pizzas ótimas, massa fina, recheio elaborado, e o genro começa a falar uma coisinha engraçada aqui, outra ali, e depois de alguns minutos éramos todos só risada. Ele é muito divertido e tem a manha de contar as coisas de forma séria, "o caradepau". Todo mundo rindo e ele, esperando uma brecha pra contar algo mais.
Pessoa muito especial que nos foi presenteada ano passado por nossa querida filha. E o melhor, o mais maravilhoso nessa pessoa é que ele faz minha filha muuuuuito feliz. E, conseqüentemente, a sogra também.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Má, uma pessoa especial
Quando ela nasceu, seu avô disse que ela tinha cara de joelho. Um joelho com olhos maravilhosos, tipo azul cobalto, sabe como?
Jamais concordei com essa comparação mas cada um vê o outro como quer, certo?
Ela cresceu gordinha, com a auto-estima "mais ou menos" e sempre mostrando aos que a cercavam, alguns aspectos bem diferentes de sua pessoa.
Sempre foi exagerada, no sotaque paulista, nas risadas, nas brincadeiras.
Sempre foi exagerada, no companheirismo, na criatividade, no carinho distribuido a todos que a rodeavam.
Uma artista ainda não descoberta. Pessoa criativa, que desenha sua própria tatoo, que faz belas pinturas em tênis All Star, que transforma em arte o material qualquer que chegue em suas mãos.
Quem a conhece sabe que ela toma vodka com dois canudinhos, que ama sua família e amigos e quer que todos vão com ela pro inferno (suas palavras).
Uma pessoa linda por dentro e por fora. Talvez por isso eu só a chame de "minha linda".
Te quero muito, minha linda sobrinha Marcela.
Jamais concordei com essa comparação mas cada um vê o outro como quer, certo?
Ela cresceu gordinha, com a auto-estima "mais ou menos" e sempre mostrando aos que a cercavam, alguns aspectos bem diferentes de sua pessoa.
Sempre foi exagerada, no sotaque paulista, nas risadas, nas brincadeiras.
Sempre foi exagerada, no companheirismo, na criatividade, no carinho distribuido a todos que a rodeavam.
Uma artista ainda não descoberta. Pessoa criativa, que desenha sua própria tatoo, que faz belas pinturas em tênis All Star, que transforma em arte o material qualquer que chegue em suas mãos.
Quem a conhece sabe que ela toma vodka com dois canudinhos, que ama sua família e amigos e quer que todos vão com ela pro inferno (suas palavras).
Uma pessoa linda por dentro e por fora. Talvez por isso eu só a chame de "minha linda".
Te quero muito, minha linda sobrinha Marcela.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Doce Rotina
A maioria de nós, mulheres, reclama muito da enfadonha rotina de casa: lavar/passar/cozinhar/limpar e pararás...
Claro que essa rotina é cansativa, enjoadinha e, depois de um tempo, irrita qualquer uma. Eu inclusive.
Aí, um belo dia, recebo um monte de hóspedes em casa e consigo !UAU! sair da rotina.
Comidas com temperos diferentes feitas por mãos experientes. Uns regam minhas plantinhas, outros aspiram a piscina (eta trabalho chato!). Outro ainda colhe as laranjas e faz montes de jarras de suco fresquinho. E eu curto muito tudo isso.
Mas de repente, não consigo encontrar aquela colher que sempre uso porque alguém guardou no lugar errado. E ninguém encontra a toalha de banho parceira da de rosto (e fui eu mesma quem colocou onde jamais colocaria em tempos "normais").
E depois de uns dias percebo que estou cansada. Feliz também. Afinal, estou em companhia de pessoas que moram longe e não podem estar sempre comigo. Mas cansada.
Meus hóspedes começam a partir em doses homeopáticas: duas pessoas, depois uma. No dia seguinte mais duas. E ficam três. A casa está mais tranqüila. Alguns dias depois as três restantes se vão. Duas pela manhã e a última, o amor de sobrinho, parte ao anoitecer.
A casa está silenciosa e inicia um novo ciclo, já que abrigará a partir de agora, somente três pessoas.
E hoje me encontro sozinha, lépida e faceira, lavando miles de roupas de cama e banho, limpando o freezer, a geladeira, fazendo a bainha nos paninhos de chão e de prato da filha aquela que casou,e... PASMEM! curtindo a minha doce rotina. Vai entender!!!
Claro que essa rotina é cansativa, enjoadinha e, depois de um tempo, irrita qualquer uma. Eu inclusive.
Aí, um belo dia, recebo um monte de hóspedes em casa e consigo !UAU! sair da rotina.
Comidas com temperos diferentes feitas por mãos experientes. Uns regam minhas plantinhas, outros aspiram a piscina (eta trabalho chato!). Outro ainda colhe as laranjas e faz montes de jarras de suco fresquinho. E eu curto muito tudo isso.
Mas de repente, não consigo encontrar aquela colher que sempre uso porque alguém guardou no lugar errado. E ninguém encontra a toalha de banho parceira da de rosto (e fui eu mesma quem colocou onde jamais colocaria em tempos "normais").
E depois de uns dias percebo que estou cansada. Feliz também. Afinal, estou em companhia de pessoas que moram longe e não podem estar sempre comigo. Mas cansada.
Meus hóspedes começam a partir em doses homeopáticas: duas pessoas, depois uma. No dia seguinte mais duas. E ficam três. A casa está mais tranqüila. Alguns dias depois as três restantes se vão. Duas pela manhã e a última, o amor de sobrinho, parte ao anoitecer.
A casa está silenciosa e inicia um novo ciclo, já que abrigará a partir de agora, somente três pessoas.
E hoje me encontro sozinha, lépida e faceira, lavando miles de roupas de cama e banho, limpando o freezer, a geladeira, fazendo a bainha nos paninhos de chão e de prato da filha aquela que casou,e... PASMEM! curtindo a minha doce rotina. Vai entender!!!
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Um amor de sobrinho
Viver longe da família me provoca um sentimento dúbio: ao mesmo tempo em que me sinto meio órfã, também me sinto mais independente, sem a necessidade de comunicar minhas decisões, ou "prestar contas" dos meus atos.
Mas o que mais lamento com a distância é perder algumas partes do "filme" da minha família. Recebi parte dela semana passada e uma das gratas surpresas foi a vinda do único sobrinho homem que tenho, sobrinho por parte do par.
Tinha pouco contato com ele, já que todas as vezes que ia a São Paulo, sempre o via rapidamente.
Desta vez foi diferente: ele veio pra ficar uma semana, e como não está trabalhando, estendeu sua estada pra duas. E o carinha é dez! Super engraçado, bom papo, prestativo, super companheiro, cuidadoso, "limpinho"... Quero esse garoto pra mim!!!
A sobrinha da parte minha que pode vir, encantou-se com ele e prometeu um contato mais constante em Sampa.
A filha caçula preferida levou-o todos os dias pra facul e ele não só assistiu às aulas como também participou de trabalhos e fez uma prova. Se enturmou mesmo. Saíram todas as noites e curtiram muito a companhia um do outro.
Tomara possa tê-lo por aqui mais vezes. Um amor de sobrinho este que tenho.
Mas o que mais lamento com a distância é perder algumas partes do "filme" da minha família. Recebi parte dela semana passada e uma das gratas surpresas foi a vinda do único sobrinho homem que tenho, sobrinho por parte do par.
Tinha pouco contato com ele, já que todas as vezes que ia a São Paulo, sempre o via rapidamente.
Desta vez foi diferente: ele veio pra ficar uma semana, e como não está trabalhando, estendeu sua estada pra duas. E o carinha é dez! Super engraçado, bom papo, prestativo, super companheiro, cuidadoso, "limpinho"... Quero esse garoto pra mim!!!
A sobrinha da parte minha que pode vir, encantou-se com ele e prometeu um contato mais constante em Sampa.
A filha caçula preferida levou-o todos os dias pra facul e ele não só assistiu às aulas como também participou de trabalhos e fez uma prova. Se enturmou mesmo. Saíram todas as noites e curtiram muito a companhia um do outro.
Tomara possa tê-lo por aqui mais vezes. Um amor de sobrinho este que tenho.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
E vai rolar a festa!
Chegou o grande dia! O casamento é amanhã
Tudo pronto. Parentalha acomodada. Pares de mãos ajudando a terminar uma coisa aqui, outra ali.
Sogrinha ajudando na comida. Mãezinha minha curtindo a companhia da sogrinha idem.
Um tio meu lendo jornal na sala e um tio da noiva chegando de surpresa.
Uma tia finalizando laços, a outra recolhendo folhas que um vento de meu Deus jogou na piscina.
A noiva linda, tão feliz, mas tão feliz...
AH! como eu amo esta família unida, companheira, alegre.
As filhas preferidas irmãs da noiva serão madrinhas e presentearam o casal com a noite de núpcias.
O paizão ansioso, fingindo que é durão (que pai consegue?).
E a mãe esta, cansada, orgulhosa, feliz, feliz, feliz....
Tudo pronto. Parentalha acomodada. Pares de mãos ajudando a terminar uma coisa aqui, outra ali.
Sogrinha ajudando na comida. Mãezinha minha curtindo a companhia da sogrinha idem.
Um tio meu lendo jornal na sala e um tio da noiva chegando de surpresa.
Uma tia finalizando laços, a outra recolhendo folhas que um vento de meu Deus jogou na piscina.
A noiva linda, tão feliz, mas tão feliz...
AH! como eu amo esta família unida, companheira, alegre.
As filhas preferidas irmãs da noiva serão madrinhas e presentearam o casal com a noite de núpcias.
O paizão ansioso, fingindo que é durão (que pai consegue?).
E a mãe esta, cansada, orgulhosa, feliz, feliz, feliz....
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Mudando as coisas
Que loucura que estão sendo estes dias!!!
Mudando coisas dentro da casa, para receber familiares; mudando coisas fora de casa pra receber mais pessoas; mudando as coisas da filha que vai casar... e separando coisas que irão comigo para outra cidade: casada e com filha em casa, vou deixar o par e a filha para iniciar o que será a 3ª etapa de nossas vidas.
E semana que vem é o casório. Gostaria que nesta última semana meus dias tivessem 30 horas. Ou 36.
Se a filha caçula preferida resolver casar nos próximos dez anos EU FUJO!!!
Mudando coisas dentro da casa, para receber familiares; mudando coisas fora de casa pra receber mais pessoas; mudando as coisas da filha que vai casar... e separando coisas que irão comigo para outra cidade: casada e com filha em casa, vou deixar o par e a filha para iniciar o que será a 3ª etapa de nossas vidas.
E semana que vem é o casório. Gostaria que nesta última semana meus dias tivessem 30 horas. Ou 36.
Se a filha caçula preferida resolver casar nos próximos dez anos EU FUJO!!!
domingo, 27 de julho de 2008
Almoço em família e definições.
Depois de quase dois meses sem dar o "ar da graça", a filha mais velha preferida veio almoçar conosco.
Sempre, o domingo é o dia do almoço em família. Mas desde que ela mudou-se com o namorido (agora mais marido que namorado) pro apartamento definitivo, ela não tinha tempo, nem paciência, prá cruzar a cidade prá rangar com a família.
Mas agora, com tudo já nos conformes e rotina estipulada, sobrou tempo e... ela veio.
Como ontem teve pizzada aqui, o almoço hoje foi um arroz de forno com tudo que sobrou da pizza.
E a iguaria ficou gostosa, mas muito mesmo. E a reunião foi ótima. Definiram, as irmãs da nubente, o dia do chá de lingerie, quem vai e quem não ( mãe e sogra fazem parte do segundo grupo, mas numa boa), onde será e tudo que será feito.
Caraca!!! cada dia fica mais perto o dia do casório, e todos numa tranqüilidade invejável. Beleza!
Organização é a base de tudo. E organização é o que não falta nesta família. Beleza mesmo!
Sempre, o domingo é o dia do almoço em família. Mas desde que ela mudou-se com o namorido (agora mais marido que namorado) pro apartamento definitivo, ela não tinha tempo, nem paciência, prá cruzar a cidade prá rangar com a família.
Mas agora, com tudo já nos conformes e rotina estipulada, sobrou tempo e... ela veio.
Como ontem teve pizzada aqui, o almoço hoje foi um arroz de forno com tudo que sobrou da pizza.
E a iguaria ficou gostosa, mas muito mesmo. E a reunião foi ótima. Definiram, as irmãs da nubente, o dia do chá de lingerie, quem vai e quem não ( mãe e sogra fazem parte do segundo grupo, mas numa boa), onde será e tudo que será feito.
Caraca!!! cada dia fica mais perto o dia do casório, e todos numa tranqüilidade invejável. Beleza!
Organização é a base de tudo. E organização é o que não falta nesta família. Beleza mesmo!
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Visitas, visitas, visitas, visit...
Moro há 27 anos fora de Sampa, por isso, tornou-se comum receber visitas aparentadas em casa. Quer fosse aqui, ou qualquer outra cidade onde morei, sempre tinha alguém da família em nossa casa. Mais freqüentemente minha mãe e minha querida sogrinha (e não pensem que estou sendo sarcástica, pois ela é dez).
Sempre tive muito "jogo de cintura" prá receber e contornar situações que, por ventura, se mostrassem delicadas.
Mas agora, estou com um "frio da barriga" pois, em setembro, vou receber o pessoal de Sampa da minha família e também da família do meu par. Tudo junto. Haja cama. Haja comida. Haja chuveiro. Mas é o casório de minha querida filha do meio, e tá valendo tudo.
A noiva vai mudar-se pro apê novinho em folha prá ceder o quarto. Prá quem? Sei lá. Seu padrinho com a esposa, ou seu tio-avô com a cara metade, ou...
A caçulinha, que linda!, vai dormir na casa da amiga prá ceder seu quarto prá vovó e tia Cécil, ou sua madrinha e padrinho, ou...
Lá atrás, onde têm dois quartos... putz! sei não! o tio este com a tia, a prima esta com o quase marido, a tia outra com o tio e o filho (que quer trazer a namorada). Ai ai ai.
Tá valendo tudo. E o melhor de tudo é que as duas famílias se conhecem bem (também, depois de 30 anos, né?), e se dão muito bem. Não quero nem imaginar se o tio Beto, da minha família, vier e se encontrar com o tio Renato, da família do par. Ui! vai dar merda! (com todo o respeito). É que não sei qual deles é mais doido ou tem menos "parafusos", e quando se juntam...
Mas tá valendo tudo. Nada como unir duas famílias felizes, que se gostam, que se dão bem.
Pena os avôs não estarem presentes, por um capricho do destino. Mas tenho certeza que estarão conosco de outra forma.
E na casa do noivo não vai ser diferente, pois a família alemã também estará presente.
Tem ascendência de todos os lugares: Brasil, Portugal, Itália, Lituânia, Okinawa, Alemanha... e viva a confraternização entre os povos!!!
E viva minha filha do meio preferida que resolveu se casar! E viva o Gunther, que resolveu se casar com ela! Hehe
Sempre tive muito "jogo de cintura" prá receber e contornar situações que, por ventura, se mostrassem delicadas.
Mas agora, estou com um "frio da barriga" pois, em setembro, vou receber o pessoal de Sampa da minha família e também da família do meu par. Tudo junto. Haja cama. Haja comida. Haja chuveiro. Mas é o casório de minha querida filha do meio, e tá valendo tudo.
A noiva vai mudar-se pro apê novinho em folha prá ceder o quarto. Prá quem? Sei lá. Seu padrinho com a esposa, ou seu tio-avô com a cara metade, ou...
A caçulinha, que linda!, vai dormir na casa da amiga prá ceder seu quarto prá vovó e tia Cécil, ou sua madrinha e padrinho, ou...
Lá atrás, onde têm dois quartos... putz! sei não! o tio este com a tia, a prima esta com o quase marido, a tia outra com o tio e o filho (que quer trazer a namorada). Ai ai ai.
Tá valendo tudo. E o melhor de tudo é que as duas famílias se conhecem bem (também, depois de 30 anos, né?), e se dão muito bem. Não quero nem imaginar se o tio Beto, da minha família, vier e se encontrar com o tio Renato, da família do par. Ui! vai dar merda! (com todo o respeito). É que não sei qual deles é mais doido ou tem menos "parafusos", e quando se juntam...
Mas tá valendo tudo. Nada como unir duas famílias felizes, que se gostam, que se dão bem.
Pena os avôs não estarem presentes, por um capricho do destino. Mas tenho certeza que estarão conosco de outra forma.
E na casa do noivo não vai ser diferente, pois a família alemã também estará presente.
Tem ascendência de todos os lugares: Brasil, Portugal, Itália, Lituânia, Okinawa, Alemanha... e viva a confraternização entre os povos!!!
E viva minha filha do meio preferida que resolveu se casar! E viva o Gunther, que resolveu se casar com ela! Hehe
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