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sábado, 1 de agosto de 2009

Perdão foi feito pra gente pedir

Se tem uma coisa que me incomoda muito e me machuca profundamente é saber que fui injusta com alguém.
Mesmo que tenha sido involuntária ou inocentemente.
Esta semana descobri que tenho sido injusta há anos, com uma pessoa querida. Não há dias. Há anos!!!
Somos concunhadas por escolha de parceiros e somos também comadres. Nos conhecemos há 32 anos e ela foi madrinha de casamento de meu par. E ele e eu somos padrinhos de seu filho.
Dessa forma, temos alguns "parentes" em comum.
Nesta semana recebi alguns desses "parentes" em minha casa, que vieram conhecer a cidade e nossa nova morada.
E determinadas atitudes (que não merecem ser detalhadas aqui) de um desses parentes me fizeram perceber que "estive do lado errado" por muitos anos. Foi como se um manto que encobria meus olhos tivesse sido retirado. E eu me senti a "mosca verde que pousou no cocô do cavalo do bandido".
Imediatamente entrei em contato com a pessoa querida pra me desculpar, e o que ouvi dela me deixou pasma: -" Eu sabia que algum dia você perceberia".
E o que me deixou mais desconfortável ainda foi perceber que, apesar de minhas atitudes por tantos anos, ela ainda me quer bem.
Não há o que fazer pra recuperar os anos perdidos de uma amizade que poderia ter sido muito mais estreita, mas farei o possível pra que os anos vindouros façam aflorar novamente aquela convivência e amizade que se perderam por causa de minha injustiça.
Nada mais há pra dizer a não ser: "PERDÃO ROSE".

CARPE DIEM

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Natal depende de nós.


Muitas vezes, quando penso em escrever sobre algo, me deparo com um texto perfeito sobre esse tema, escrito por alguém que tem muita sensibilidade, e percebo que jamais poderia explanar tão bem minha opinião.

"As pessoas se queixam muito de que o Natal é só comércio. Depende de quem o comemora. Se me endivido por todo o próximo ano comprando presentes além de minhas possibilidades, pois no fundo acho que assim compro amor, estou transformando meu Natal num comércio, e dos ruins. Se entro nesses dias frustrado porque não pude comprar (ou trocar) carro, televsão, geladeira, estou fazendo um péssimo negócio para minha alma. E, se não consigo nem pensar em receber aquela sogra sempre crítica, aquele cunhado cínico, aquele sobrinho mal-criado, abraçar o detestável chefe ou sorrir para o colega que invejo, estou trans formando meu Natal num momento amargo. Então, depende de nós...A crise nas finanças pode incrementar a valorização dos afetos. Se não pudermos viajar,curtiremos mais nossa casa. Se não há como trocar velhos objetos, vamos cuidar mais dos que temos. Vamos curtir mais nossos ganhos em afeto...Porque, afinal de contas, é a ocasião de sermos menos amargos, menos críticos, menos lamuriosos e mais abertos ao sinal deste momento singular, que tanto falta no mundo: a possível alegria, e o necessário amor."
ACREDITAR NO NATAL: Lya Luft

CARPE DIEM