Vou fazer uma tatuagem.
Quero marcar na pele as fases que tenho na vida.
A fase nova, com a caçula começando a viver por ela mesma.
A fase crescente, com a filha do meio iniciando os objetivos traçados.
A fase cheia, com a primogênita transbordando de felicidade.
E a minha fase, minguante, não por me sentir escassa de vida.
Apenas por ser o ciclo normal, e por saber que depois tudo recomeça.
É. Vou fazer uma tatuagem. Depois eu mostro.
CARPE DIEM
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domingo, 4 de outubro de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
Domingo
Domingo sempre foi dia de almoçar com a família.
Quando solteira, era o único dia da semana que meu pai almoçava em casa. Portanto, era dia especial.
Quando casada, os almoços de domingo foram se transformando:
-sem filhas, íamos almoçar na casa de uma das sogras, fazendo um revezamento pra contentar as duas famílias;
-com filhas pequenas -já morando longe das famílias- éramos os cinco ao redor de uma mesa, com lugares naturalmente marcados;
-com filhas adultas e uma delas já morando só, eram os domingos os dias de colocar a conversa em dia e saber das novidades, enquanto o pai da turma pilotava o fogão. Nessa época -quando havia- os agregados eram muito bem vindos.
Agora, encontramos com as meninas somente um fim de semana por mês. Assim sendo, os outros domingos são só nossos.
Alguns deles são bem comuns, com cada um fazendo algo diferente, um almoço gostoso, uma navegada na internet, Fantástico pra terminar o dia.
Outros, são domingos especiais, com companhia constante o dia inteiro: ir à feira juntos, cozinhar em parceria, um papo gostoso, muita brincadeira, um whiskinho, almoço especial. Depois um bom filme. No comecinho da noite fazer pastel de forno, e Fantástico pra terminar um dia só nosso.
CARPE DIEM
Quando solteira, era o único dia da semana que meu pai almoçava em casa. Portanto, era dia especial.
Quando casada, os almoços de domingo foram se transformando:
-sem filhas, íamos almoçar na casa de uma das sogras, fazendo um revezamento pra contentar as duas famílias;
-com filhas pequenas -já morando longe das famílias- éramos os cinco ao redor de uma mesa, com lugares naturalmente marcados;
-com filhas adultas e uma delas já morando só, eram os domingos os dias de colocar a conversa em dia e saber das novidades, enquanto o pai da turma pilotava o fogão. Nessa época -quando havia- os agregados eram muito bem vindos.
Agora, encontramos com as meninas somente um fim de semana por mês. Assim sendo, os outros domingos são só nossos.
Alguns deles são bem comuns, com cada um fazendo algo diferente, um almoço gostoso, uma navegada na internet, Fantástico pra terminar o dia.
Outros, são domingos especiais, com companhia constante o dia inteiro: ir à feira juntos, cozinhar em parceria, um papo gostoso, muita brincadeira, um whiskinho, almoço especial. Depois um bom filme. No comecinho da noite fazer pastel de forno, e Fantástico pra terminar um dia só nosso.
CARPE DIEM
segunda-feira, 18 de maio de 2009
...e ela cresceu
Minhas filhas cresceram. Tornaram-se adultas bem resolvidas, profissionais competentes, pessoas bonitas por dentro e por fora (mãe é mãe).
Tenho muito orgulho delas. E muito orgulho de mim também. Por que não? Sei que errei algumas vezes, mas com certeza os acertos foram muitos maiores. Elas estão aí, pra confirmar isso.
Verena divide-se entre o emprego no BB e seu consultório de psicologia, lugar onde realmente se realiza.
Mirella é bióloga e professora, e incutiu em nós o respeito e preocupação com o planeta e o meioambiente. Há muito faz parte de nossas vidas reciclar e preservar.
E Raíssa, nossa caçula, inicia agora nova etapa de vida. Com a mudança definitiva dos pais pra Bela Vista de Goiás, ela vai morar sozinha. Sei que sua maturidade e responsabilidade serão fundamentais pra que ela tenha sucesso nessa nova empreitada. Mas fica um sentimento de abandono também. Afinal, não foi uma opção dela morar só. O que me acalma e alegra é ver sua empolgação em levar amigas pra ajudá-la a pintar o cantinho que escolheu, comprar os móveis , escolher coisas de nossa casa que ela faz questão de levar.
Suas irmãs e amigas organizaram um chá de cozinha pra ela, e pela quantidade de adereços incluidos em seu visual, acho que ela não acertou nenhum dos presentes.

Tenho muito orgulho delas. E muito orgulho de mim também. Por que não? Sei que errei algumas vezes, mas com certeza os acertos foram muitos maiores. Elas estão aí, pra confirmar isso.
Verena divide-se entre o emprego no BB e seu consultório de psicologia, lugar onde realmente se realiza.
Mirella é bióloga e professora, e incutiu em nós o respeito e preocupação com o planeta e o meioambiente. Há muito faz parte de nossas vidas reciclar e preservar.
E Raíssa, nossa caçula, inicia agora nova etapa de vida. Com a mudança definitiva dos pais pra Bela Vista de Goiás, ela vai morar sozinha. Sei que sua maturidade e responsabilidade serão fundamentais pra que ela tenha sucesso nessa nova empreitada. Mas fica um sentimento de abandono também. Afinal, não foi uma opção dela morar só. O que me acalma e alegra é ver sua empolgação em levar amigas pra ajudá-la a pintar o cantinho que escolheu, comprar os móveis , escolher coisas de nossa casa que ela faz questão de levar.
Suas irmãs e amigas organizaram um chá de cozinha pra ela, e pela quantidade de adereços incluidos em seu visual, acho que ela não acertou nenhum dos presentes.

Vevê, Rai e Mimi
A caçulinha de todos nós cresceu. E certamente vai saber ser "dona de seu nariz".
CARPE DIEM
domingo, 5 de abril de 2009
Adoção no coração

Adoção é um ato de amor. E precisa ser amor incondicional. Um amor que faça a pessoa esquecer completamente que aquela criança é adotada, senão não funciona.
Quem é mãe ou pai, jamais pensa que o filho é biológico quando este faz algo que os entristece ou preocupa. Se o filho for adotivo, esse pensamento jamais poderá existir, senão...
Tenho uma amiga que adotou um casal quando ainda eram bebês. Por muitos anos ela sofreu com a possibilidade das crianças descobrirem. Claro que decobriram, e infelizmete se revoltaram.Hoje são adultos, mas o comportamento com os pais mudou. Tipo vaso quebrado com os cacos colados.
Minha filha mais velha sempre disse que gostaria de ter um filho biológico e adotar outro. Me orgulhava de sua determinação e me preocupava com a possibilidade do par escolhido por ela não aceitar isso. Mas... quando o namoro com o genro querido começou a engrenar ele perguntou a ela sua opinião sobre adoção e ela disse que adoraria adotar. E mais, que fosse uma criança negra, que são as mais preteridas. Coincidência? Sintonia? Destino? Não importa o que provocou o encontro dessas duas pessoas lindas. O que me deixa feliz é saber que terei lindos netinhos. De sangue e de coração.
Texto publicado no Guaraná com Canudinho em 03/04/09
CARPE DIEM
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Meu pai
Meu pai era um homem especial. Lindo de morrer, olhos verdes, bem galã de cinema. Fazia de tudo pela família. Pra ele, tudo poderia faltar, menos bons médicos e melhores escolas. E nunca nos faltou nada. Honesto e trabalhador foi, por muitos anos, um boêmio de carteirinha. Conheceu e foi amigo de muitos cantores e músicos da noite, numa época em que estes não tinham valor algum. Daí vem meu gosto por uma reunião onde haja um violão e onde eu possa cantar "sem medo de ser feliz".
Tinha o costume de apresentar as filhas por números. Ele dizia: " Esta é minha filha nº2. Esta é a nº4." Outras vezes dizia que tinha em casa 4 notas promissórias e um cheque ao portador, referindo-se ao meu irmão.
Em sua empresa de transportes, ele colocou o nome de cada filha em cada uma das carretas que possuía. Quando precisava de uma delas se comunicava com a garagem e soltava: "Sobe a Heloisa Helena. Dentro de 20 minutos pode subir a Vera Lúcia". Quando fui trabalhar com ele na empresa me acostumei com isso e percebi que houve muito carinho da parte dele em nomear suas carretas com nossos nomes.
Minha relação com ele nem sempre foi fácil. Por causa da maneira como foi criado, ele tinha muita dificuldade de externar seus sentimentos. Mudou muito depois que as netas nasceram. Muitas vezes, quando eu o via acarinhando ou beijando as netas, principalmente minha filha mais velha, eu sentia um misto de raiva, inveja e mágoa, por quase nunca ter recebido essas demonstrações de carinho. Ele se desdobrava pra ajudar as filhas mesmo depois de casadas, e sei que eu fui a que mais ajuda recebeu. E fui a única que saiu de perto da família. Foi muito triste pra ele quando levei pra longe sua neta mais querida. Naquela época eu não conseguia dimensionar a sensação de abandono que a distância provoca. Em alguns momentos a saudade pode dilacerar um coração. Hoje, tenho plena consciência que meu pai sentia muito amor por todas nós. Quisera eu voltar no tempo, mas com a vivência e maturidade de meus 53 anos, e dizer a ele tudo o que me vai n'alma. Isso, com certeza, me faria uma mulher mais feliz.
CARPE DIEM
Tinha o costume de apresentar as filhas por números. Ele dizia: " Esta é minha filha nº2. Esta é a nº4." Outras vezes dizia que tinha em casa 4 notas promissórias e um cheque ao portador, referindo-se ao meu irmão.
Em sua empresa de transportes, ele colocou o nome de cada filha em cada uma das carretas que possuía. Quando precisava de uma delas se comunicava com a garagem e soltava: "Sobe a Heloisa Helena. Dentro de 20 minutos pode subir a Vera Lúcia". Quando fui trabalhar com ele na empresa me acostumei com isso e percebi que houve muito carinho da parte dele em nomear suas carretas com nossos nomes.
Minha relação com ele nem sempre foi fácil. Por causa da maneira como foi criado, ele tinha muita dificuldade de externar seus sentimentos. Mudou muito depois que as netas nasceram. Muitas vezes, quando eu o via acarinhando ou beijando as netas, principalmente minha filha mais velha, eu sentia um misto de raiva, inveja e mágoa, por quase nunca ter recebido essas demonstrações de carinho. Ele se desdobrava pra ajudar as filhas mesmo depois de casadas, e sei que eu fui a que mais ajuda recebeu. E fui a única que saiu de perto da família. Foi muito triste pra ele quando levei pra longe sua neta mais querida. Naquela época eu não conseguia dimensionar a sensação de abandono que a distância provoca. Em alguns momentos a saudade pode dilacerar um coração. Hoje, tenho plena consciência que meu pai sentia muito amor por todas nós. Quisera eu voltar no tempo, mas com a vivência e maturidade de meus 53 anos, e dizer a ele tudo o que me vai n'alma. Isso, com certeza, me faria uma mulher mais feliz.
CARPE DIEM
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Frases (extraídas de textos de Cris Guerra)
O passado é um lugar bonito para visitar de vez em quando. Não para morar. O tempo tem sua mágica. Não se vive uma vida de ontens.
Mas, de tempos em tempos é bom olhar para trás e redescobrir do que somos feitos. Que tijolos são esses que nos sustentam. E chorar para sentir, para reconhecer. Chorar para sorrir.
Existe hora e lugar para isso.
O amor é feito de liberdade. É como ter, todos os dias, muitas outras opções.
E ainda assim, fazer sempre a mesma livre escolha.
CARPE DIEM
Mas, de tempos em tempos é bom olhar para trás e redescobrir do que somos feitos. Que tijolos são esses que nos sustentam. E chorar para sentir, para reconhecer. Chorar para sorrir.
Existe hora e lugar para isso.
O amor é feito de liberdade. É como ter, todos os dias, muitas outras opções.
E ainda assim, fazer sempre a mesma livre escolha.
CARPE DIEM
domingo, 2 de novembro de 2008
Passadofuturonada
E de tão antigo, já não é possível lembrar de alguma coisa do passado antes do amor. E muito menos imaginar qualquer parte de futuro depois dele. Mas de tão magoado, tão triste e tão cansado, ele está fraco. E fraco, pode morrer.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Ricardo Montaner

Amarte como lo hice yo
Sin límite en el horizonte
Resulta siempre un juego peligroso
Porqué afinal el que más dió és el perdedor
Amarte como lo hice yo
Baseándome por tí la vida
Gasté cien mil palabras en el viento
Y me entregué a cada momento
para hacerte feliz
Amarte és mi pecado
porqué adorarte fué una fantasía
porqué quererte fué una tontería
Y le hice caso al corazón
Amarte és mi pecado
por no entender que nunca fuíste mío
Y por las ganas de llenar este vazio
que se formó entre el sentimiento y la razón...
Amarte és mi pecado
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Separações
Nossas vidas são caixinhas de surpresas.
Na maioria das vezes achamos que temos pleno domínio sobre elas e, quando menos de espera, algo acontece.
As situações mais difíceis são as separações.
Nestes últimos dias soube de várias separações que me fizeram repensar uma série de coisas.
Tenho uma amiga muito querida, dos tempos de escola, que está com a única filha morando do outro lado do mundo. Foi por um ano, e ficou mais um e agora vai ficar por muito mais tempo. Está grávida e quer continuar por lá. Acompanhei de longe o "sofrimento" da mãe quando da partida dessa menina pra tão longe, e o tempo que ela levou pra se adaptar à essa separação. Acho que o fato de imaginar ser algo temporário a ajudou bastante. Mas agora ela se vê sem a filha querida por perto e sem o neto que está pra chegar.
Ontem, conversando com a filha mais velha preferida, soube que um grande amigo dela está com a mãe muito doente, em fase terminal. É um outro tipo de separação, a definitiva, contra a qual nada se pode fazer. Sei, por experiência própria, que nessas horas fazemos uma retrospectiva de tudo que fizemos e de tudo que poderia ter sido feito pra essa pessoa ou com ela. Palavras que deixamos de dizer e frases que deveriam ter sido evitadas.
Hoje tive a confirmação que um daqueles superhipermegablaster amigos do peito está-se separando da esposa. Esta é uma separação que envolve pessoas que não pediram que isso acontecesse. São filhos queridos que sempre imaginaram que o casamento dos pais duraria pra sempre, amém. Uma separação que se espera seja "civilizada", sem cobranças ridículas e chantagem emocional, já que as duas partes estão interligadas para sempre através dos filhos.
Poucas são as separações que nos dão alívio completo. Afinal, se está havendo uma separação, é porque antes houve uma união, e tenho certeza que ninguém embarca na primeira já pensando na segunda.
Todas as três situações envolvem separações sofridas que gostaríamos de poder evitar.
Na maioria das vezes achamos que temos pleno domínio sobre elas e, quando menos de espera, algo acontece.
As situações mais difíceis são as separações.
Nestes últimos dias soube de várias separações que me fizeram repensar uma série de coisas.
Tenho uma amiga muito querida, dos tempos de escola, que está com a única filha morando do outro lado do mundo. Foi por um ano, e ficou mais um e agora vai ficar por muito mais tempo. Está grávida e quer continuar por lá. Acompanhei de longe o "sofrimento" da mãe quando da partida dessa menina pra tão longe, e o tempo que ela levou pra se adaptar à essa separação. Acho que o fato de imaginar ser algo temporário a ajudou bastante. Mas agora ela se vê sem a filha querida por perto e sem o neto que está pra chegar.
Ontem, conversando com a filha mais velha preferida, soube que um grande amigo dela está com a mãe muito doente, em fase terminal. É um outro tipo de separação, a definitiva, contra a qual nada se pode fazer. Sei, por experiência própria, que nessas horas fazemos uma retrospectiva de tudo que fizemos e de tudo que poderia ter sido feito pra essa pessoa ou com ela. Palavras que deixamos de dizer e frases que deveriam ter sido evitadas.
Hoje tive a confirmação que um daqueles superhipermegablaster amigos do peito está-se separando da esposa. Esta é uma separação que envolve pessoas que não pediram que isso acontecesse. São filhos queridos que sempre imaginaram que o casamento dos pais duraria pra sempre, amém. Uma separação que se espera seja "civilizada", sem cobranças ridículas e chantagem emocional, já que as duas partes estão interligadas para sempre através dos filhos.
Poucas são as separações que nos dão alívio completo. Afinal, se está havendo uma separação, é porque antes houve uma união, e tenho certeza que ninguém embarca na primeira já pensando na segunda.
Todas as três situações envolvem separações sofridas que gostaríamos de poder evitar.
domingo, 14 de setembro de 2008
Votos de Felicidade

Minha filha do meio preferida casou-se numa cerimônia no Templo da Seicho-No-Ie e as mães dos noivos tinham que falar algumas palavras. Transcrevo abaixo as minhas :
Filhos... Quando olhamos nos seus olhos pela primeira vez, eles roubam parte de nossos corações. Para sempre. (frase "cedida" por meu querido amigo CrazyGG)
Que nesta nova caminhada juntos, vocês encontrem a paz, o contentamento, a energia, a dedicação, e o amor, como muitos de nós não ousam exprimir e muito menos viver.
Porém, a paz, o contentamento, a energia e a dedicação, virão somente quando vier o amor.
Por isso, agora que vocês encontraram esse amor, agarrem-se bem a ele, vivam por ele, e não deixem que nada, mas nada mesmo o separe de vocês.
E em todos os seus maus momentos, pensem, apenas pensem nesse amor e verão que uma leve recordação fará vocês novamente felizes.
Mas não deixem que fique apenas uma leve recordação. Façam com que ele viva com vocês esse e todos os seus momentos.
Desejamos toda paz, todo amor e toda a felicidade do mundo a você Mimi, nossa filha do meio preferida e a você Gunther, agora também nosso filho.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
A filha preferida
Diz a psicologia do povo que não se deve ter uma filha preferida. Minha sábia mãezinha diz que podemos ter mais ou menos afinidade com esta ou aquela filha, mas preferência nunca.
No meu caso é diferente e não há como não ter a filha preferida.
Tenho minha filha mais velha preferida, que é super boa praça, tem muito estilo, e que, por ser psicóloga, me dá umas broncas de quando em vez das quais não gosto muito (talvez por saber que sempre tem razão).
Tenho minha querida filha do meio preferida, que é linda (e parecida comigo, hehe), mais centrada, e sempre muito prestativa.
E tenho minha filha caçula preferida, que é a pessoa mais de bem com a vida que eu conheço. Às vezes ela pensa que é a mãe e eu a filha (dependendo da ocasião eu até gosto).
Qualquer que seja a filha com a qual eu esteja conversando ou da qual eu esteja falando, ou sentindo saudades, ela é sempre a mais importante naquele momento. E todas as três sabem que são e serão sempre minhas queridas filhas preferidas.
No meu caso é diferente e não há como não ter a filha preferida.
Tenho minha filha mais velha preferida, que é super boa praça, tem muito estilo, e que, por ser psicóloga, me dá umas broncas de quando em vez das quais não gosto muito (talvez por saber que sempre tem razão).
Tenho minha querida filha do meio preferida, que é linda (e parecida comigo, hehe), mais centrada, e sempre muito prestativa.
E tenho minha filha caçula preferida, que é a pessoa mais de bem com a vida que eu conheço. Às vezes ela pensa que é a mãe e eu a filha (dependendo da ocasião eu até gosto).
Qualquer que seja a filha com a qual eu esteja conversando ou da qual eu esteja falando, ou sentindo saudades, ela é sempre a mais importante naquele momento. E todas as três sabem que são e serão sempre minhas queridas filhas preferidas.
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