Tenho um enorme orgulho de ser parecida com minha mãe. Herdei dela algumas peculiaridades, como esquecer o nome de algumas coisas durante um papo (principalmente se a pressa prá falar for maior que o tempo para processar o pensamento) ou começar a rir de alguma coisa e não conseguir parar.
Mas acho que o maior legado que ela me deixou foi a paciência. Uma paciência infinita. Mesmo em situações onde um comportamento mais explosivo fosse "totalmente adequado", lá estava ela, a paciência. Com os filhos, com o marido, com a vida. Também sou assim. Descobri que a paciência, muitas vezes, desnorteia as pessoas à sua volta. E descobri também que minha paciência está precisando de uma recarga. Ai, ai, ai.
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domingo, 22 de junho de 2008
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