...um computador. Jamais imaginei que me tornaria uma adicta, mas aconteceu.
Comecei há mais de 10 anos, só brincando, jogando. Não tinha intimidade com a máquina para nada além disso. E tinha uma certa bronca dos computadores, pois meu par passava boa parte de seu tempo livre em frente a um deles (hoje tenho certeza de que não era tanto tempo assim). Depois, com a era da internet, comecei a "fuçar" um pouquinho, descobri que podia encontrar as respostas para algumas dúvidas e curiosidades, e podia continuar jogando. Aí, veio o orkut, e eu conseguia mandar recadinhos para minhas irmãs que vivem abaixo do Planalto Central, onde me encontro. E me comunicar com amigos em outras partes do mundo.
Mas devo confessar que somente há 2 ou 3 anos passei a gostar mesmo e a explorar essa maquininha. O MSN tem parte nisso. Em vez dos recadinhos via orkut, poder marcar hora e encontrar pessoas queridas on-line, e se com câmera e "micrófono" então...
E já bem familiarizada com o MSN, descubro os blogs. E aí...viciei. Não que eu passe 10/12 horas por aqui, até porque isso seria escravidão. Viciei no bom sentido, pois assim que posso, corro prá escrever, receber com carinho os comentários feitos, visitar outras cabeças através dos blogs, participar de um "blog grupal", enfim, dividir com outras pessoas a satisfação de estar aqui. Pensei que jamais diria isso mas...eu não vivo sem um computador. E acho que vocês também não.Tô certa?
quinta-feira, 31 de julho de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
Nota de falecimento
Ele morreu.
Venho de uma família bastante espiritualizada, e por isso, encaramos a morte de uma maneira diferenciada. Isso não quer dizer que não soframos com a partida de um ente querido. Sofremos, e não é pouco. Mas temos consciência de que a morte é apenas uma etapa, e nosso ente querido, com a morte, iniciará uma nova caminhada. (Sabemos também que, se ele é extremamente racional e não acredita nessas coisas, tudo fica mais difícil).
Com isso, até inconscientemente, nos preparamos para a partida de nossos familiares. Isso é fácil? Claro que não. E muitas vezes tardamos muito a nos recuperar.
Algumas vezes, temos tempo de nos preparar para a partida, pois sabemos que, pela idade ou pela saúde de nosso parente, a possibilidade de morte cresce. Mas mesmo assim, quando acontece, sentimo-nos perdidos, traídos, abandonados.
Foi o que aconteceu comigo ontem. Essa morte, já muito anunciada e prevista, me pegou de surpresa. Sempre achamos que algo pode acontecer, até um milagre (e eu acredito em milagres).
Mas não houve milagre. Claro, com tantos anos de vida, tantas tentativas de "agora vamos acertar", tantos transplantes de "órgãos", havia sempre uma esperança. Qual o quê!
Ontem pela manhã, depois de ter sofrivelmente interagido comigo, e aproveitando-se de minha já constante fragilidade, ele partiu. Morreu. Se foi. De maneira covarde e egoísta.
Apesar de ter consciência de que isso poderia acontecer, fiquei chocada. E o primeiro pensamento que tive foi:" Você não merece meu pesar, minhas lágrimas, meu luto".
E imediatamente comecei a procurar outro computador.
P.S. Minha filha caçula preferida emprestou-me seu notebook para que eu pudesse informá-los do ocorrido.
Venho de uma família bastante espiritualizada, e por isso, encaramos a morte de uma maneira diferenciada. Isso não quer dizer que não soframos com a partida de um ente querido. Sofremos, e não é pouco. Mas temos consciência de que a morte é apenas uma etapa, e nosso ente querido, com a morte, iniciará uma nova caminhada. (Sabemos também que, se ele é extremamente racional e não acredita nessas coisas, tudo fica mais difícil).
Com isso, até inconscientemente, nos preparamos para a partida de nossos familiares. Isso é fácil? Claro que não. E muitas vezes tardamos muito a nos recuperar.
Algumas vezes, temos tempo de nos preparar para a partida, pois sabemos que, pela idade ou pela saúde de nosso parente, a possibilidade de morte cresce. Mas mesmo assim, quando acontece, sentimo-nos perdidos, traídos, abandonados.
Foi o que aconteceu comigo ontem. Essa morte, já muito anunciada e prevista, me pegou de surpresa. Sempre achamos que algo pode acontecer, até um milagre (e eu acredito em milagres).
Mas não houve milagre. Claro, com tantos anos de vida, tantas tentativas de "agora vamos acertar", tantos transplantes de "órgãos", havia sempre uma esperança. Qual o quê!
Ontem pela manhã, depois de ter sofrivelmente interagido comigo, e aproveitando-se de minha já constante fragilidade, ele partiu. Morreu. Se foi. De maneira covarde e egoísta.
Apesar de ter consciência de que isso poderia acontecer, fiquei chocada. E o primeiro pensamento que tive foi:" Você não merece meu pesar, minhas lágrimas, meu luto".
E imediatamente comecei a procurar outro computador.
P.S. Minha filha caçula preferida emprestou-me seu notebook para que eu pudesse informá-los do ocorrido.
domingo, 27 de julho de 2008
Almoço em família e definições.
Depois de quase dois meses sem dar o "ar da graça", a filha mais velha preferida veio almoçar conosco.
Sempre, o domingo é o dia do almoço em família. Mas desde que ela mudou-se com o namorido (agora mais marido que namorado) pro apartamento definitivo, ela não tinha tempo, nem paciência, prá cruzar a cidade prá rangar com a família.
Mas agora, com tudo já nos conformes e rotina estipulada, sobrou tempo e... ela veio.
Como ontem teve pizzada aqui, o almoço hoje foi um arroz de forno com tudo que sobrou da pizza.
E a iguaria ficou gostosa, mas muito mesmo. E a reunião foi ótima. Definiram, as irmãs da nubente, o dia do chá de lingerie, quem vai e quem não ( mãe e sogra fazem parte do segundo grupo, mas numa boa), onde será e tudo que será feito.
Caraca!!! cada dia fica mais perto o dia do casório, e todos numa tranqüilidade invejável. Beleza!
Organização é a base de tudo. E organização é o que não falta nesta família. Beleza mesmo!
Sempre, o domingo é o dia do almoço em família. Mas desde que ela mudou-se com o namorido (agora mais marido que namorado) pro apartamento definitivo, ela não tinha tempo, nem paciência, prá cruzar a cidade prá rangar com a família.
Mas agora, com tudo já nos conformes e rotina estipulada, sobrou tempo e... ela veio.
Como ontem teve pizzada aqui, o almoço hoje foi um arroz de forno com tudo que sobrou da pizza.
E a iguaria ficou gostosa, mas muito mesmo. E a reunião foi ótima. Definiram, as irmãs da nubente, o dia do chá de lingerie, quem vai e quem não ( mãe e sogra fazem parte do segundo grupo, mas numa boa), onde será e tudo que será feito.
Caraca!!! cada dia fica mais perto o dia do casório, e todos numa tranqüilidade invejável. Beleza!
Organização é a base de tudo. E organização é o que não falta nesta família. Beleza mesmo!
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Visitas, visitas, visitas, visit...
Moro há 27 anos fora de Sampa, por isso, tornou-se comum receber visitas aparentadas em casa. Quer fosse aqui, ou qualquer outra cidade onde morei, sempre tinha alguém da família em nossa casa. Mais freqüentemente minha mãe e minha querida sogrinha (e não pensem que estou sendo sarcástica, pois ela é dez).
Sempre tive muito "jogo de cintura" prá receber e contornar situações que, por ventura, se mostrassem delicadas.
Mas agora, estou com um "frio da barriga" pois, em setembro, vou receber o pessoal de Sampa da minha família e também da família do meu par. Tudo junto. Haja cama. Haja comida. Haja chuveiro. Mas é o casório de minha querida filha do meio, e tá valendo tudo.
A noiva vai mudar-se pro apê novinho em folha prá ceder o quarto. Prá quem? Sei lá. Seu padrinho com a esposa, ou seu tio-avô com a cara metade, ou...
A caçulinha, que linda!, vai dormir na casa da amiga prá ceder seu quarto prá vovó e tia Cécil, ou sua madrinha e padrinho, ou...
Lá atrás, onde têm dois quartos... putz! sei não! o tio este com a tia, a prima esta com o quase marido, a tia outra com o tio e o filho (que quer trazer a namorada). Ai ai ai.
Tá valendo tudo. E o melhor de tudo é que as duas famílias se conhecem bem (também, depois de 30 anos, né?), e se dão muito bem. Não quero nem imaginar se o tio Beto, da minha família, vier e se encontrar com o tio Renato, da família do par. Ui! vai dar merda! (com todo o respeito). É que não sei qual deles é mais doido ou tem menos "parafusos", e quando se juntam...
Mas tá valendo tudo. Nada como unir duas famílias felizes, que se gostam, que se dão bem.
Pena os avôs não estarem presentes, por um capricho do destino. Mas tenho certeza que estarão conosco de outra forma.
E na casa do noivo não vai ser diferente, pois a família alemã também estará presente.
Tem ascendência de todos os lugares: Brasil, Portugal, Itália, Lituânia, Okinawa, Alemanha... e viva a confraternização entre os povos!!!
E viva minha filha do meio preferida que resolveu se casar! E viva o Gunther, que resolveu se casar com ela! Hehe
Sempre tive muito "jogo de cintura" prá receber e contornar situações que, por ventura, se mostrassem delicadas.
Mas agora, estou com um "frio da barriga" pois, em setembro, vou receber o pessoal de Sampa da minha família e também da família do meu par. Tudo junto. Haja cama. Haja comida. Haja chuveiro. Mas é o casório de minha querida filha do meio, e tá valendo tudo.
A noiva vai mudar-se pro apê novinho em folha prá ceder o quarto. Prá quem? Sei lá. Seu padrinho com a esposa, ou seu tio-avô com a cara metade, ou...
A caçulinha, que linda!, vai dormir na casa da amiga prá ceder seu quarto prá vovó e tia Cécil, ou sua madrinha e padrinho, ou...
Lá atrás, onde têm dois quartos... putz! sei não! o tio este com a tia, a prima esta com o quase marido, a tia outra com o tio e o filho (que quer trazer a namorada). Ai ai ai.
Tá valendo tudo. E o melhor de tudo é que as duas famílias se conhecem bem (também, depois de 30 anos, né?), e se dão muito bem. Não quero nem imaginar se o tio Beto, da minha família, vier e se encontrar com o tio Renato, da família do par. Ui! vai dar merda! (com todo o respeito). É que não sei qual deles é mais doido ou tem menos "parafusos", e quando se juntam...
Mas tá valendo tudo. Nada como unir duas famílias felizes, que se gostam, que se dão bem.
Pena os avôs não estarem presentes, por um capricho do destino. Mas tenho certeza que estarão conosco de outra forma.
E na casa do noivo não vai ser diferente, pois a família alemã também estará presente.
Tem ascendência de todos os lugares: Brasil, Portugal, Itália, Lituânia, Okinawa, Alemanha... e viva a confraternização entre os povos!!!
E viva minha filha do meio preferida que resolveu se casar! E viva o Gunther, que resolveu se casar com ela! Hehe
quinta-feira, 24 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
AmigosQueridosDesconhecidos
Já disse aqui mesmo que amigos são das melhores coisas do mundo.
Tenho uns amigos muito diferentes. São desconhecidos.
São amigos queridos, mas desconhecidos presencialmente, pois nossa interação se dá, pelo menos por enquanto, só por esta maquininha que todos têm.
Fui apresentada a eles por MarineteGuaranete (outra vez ela). Fazem parte do blog Guaraná com Canudinho, do qual sou leitora prazerosa e comentarista freqüente (chic, minha gente!).
Tem a Rosanita, de Patos de Minas, mãe da Marinete, que conheci rapidamente quando veio à Brasília visitar a filhota.
Tem o Rafa, de Borda de Minas, que tem o dom da escrita, me parece ser muito divertido e carinhoso com as pessoas.
Tem a Paulinha, que é de Muzambinho de Minas (achei no mapa, hehe), escreve textos muito legais e faz comentários hilários no blog.
E tem a MarineteGuaranete que, em poucas palavras é dez.
Estão todos reunidos em Patos para se conhecerem. Rosanita promoveu o encontro.
Faltou falar da Haline, que como eu, é leitora e comentarista do blog. Fomos as duas gentilmente convidadas para o encontro mas não pudemos ir.
Amigos desconhecidos que, a partir desta semana, poderão dizer que são QueridosAmigosConhecidos.
P.S. Somente agora descobri que o nome da cidade do Rafa não é Borda de Minas, mas sim, Borda da Mata e a da Paulinha é só Muzambinho. Mas também o povo lê e não me avisa, uai! Retificação feita.
Tenho uns amigos muito diferentes. São desconhecidos.
São amigos queridos, mas desconhecidos presencialmente, pois nossa interação se dá, pelo menos por enquanto, só por esta maquininha que todos têm.
Fui apresentada a eles por MarineteGuaranete (outra vez ela). Fazem parte do blog Guaraná com Canudinho, do qual sou leitora prazerosa e comentarista freqüente (chic, minha gente!).
Tem a Rosanita, de Patos de Minas, mãe da Marinete, que conheci rapidamente quando veio à Brasília visitar a filhota.
Tem o Rafa, de Borda de Minas, que tem o dom da escrita, me parece ser muito divertido e carinhoso com as pessoas.
Tem a Paulinha, que é de Muzambinho de Minas (achei no mapa, hehe), escreve textos muito legais e faz comentários hilários no blog.
E tem a MarineteGuaranete que, em poucas palavras é dez.
Estão todos reunidos em Patos para se conhecerem. Rosanita promoveu o encontro.
Faltou falar da Haline, que como eu, é leitora e comentarista do blog. Fomos as duas gentilmente convidadas para o encontro mas não pudemos ir.
Amigos desconhecidos que, a partir desta semana, poderão dizer que são QueridosAmigosConhecidos.
P.S. Somente agora descobri que o nome da cidade do Rafa não é Borda de Minas, mas sim, Borda da Mata e a da Paulinha é só Muzambinho. Mas também o povo lê e não me avisa, uai! Retificação feita.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
A filha preferida
Diz a psicologia do povo que não se deve ter uma filha preferida. Minha sábia mãezinha diz que podemos ter mais ou menos afinidade com esta ou aquela filha, mas preferência nunca.
No meu caso é diferente e não há como não ter a filha preferida.
Tenho minha filha mais velha preferida, que é super boa praça, tem muito estilo, e que, por ser psicóloga, me dá umas broncas de quando em vez das quais não gosto muito (talvez por saber que sempre tem razão).
Tenho minha querida filha do meio preferida, que é linda (e parecida comigo, hehe), mais centrada, e sempre muito prestativa.
E tenho minha filha caçula preferida, que é a pessoa mais de bem com a vida que eu conheço. Às vezes ela pensa que é a mãe e eu a filha (dependendo da ocasião eu até gosto).
Qualquer que seja a filha com a qual eu esteja conversando ou da qual eu esteja falando, ou sentindo saudades, ela é sempre a mais importante naquele momento. E todas as três sabem que são e serão sempre minhas queridas filhas preferidas.
No meu caso é diferente e não há como não ter a filha preferida.
Tenho minha filha mais velha preferida, que é super boa praça, tem muito estilo, e que, por ser psicóloga, me dá umas broncas de quando em vez das quais não gosto muito (talvez por saber que sempre tem razão).
Tenho minha querida filha do meio preferida, que é linda (e parecida comigo, hehe), mais centrada, e sempre muito prestativa.
E tenho minha filha caçula preferida, que é a pessoa mais de bem com a vida que eu conheço. Às vezes ela pensa que é a mãe e eu a filha (dependendo da ocasião eu até gosto).
Qualquer que seja a filha com a qual eu esteja conversando ou da qual eu esteja falando, ou sentindo saudades, ela é sempre a mais importante naquele momento. E todas as três sabem que são e serão sempre minhas queridas filhas preferidas.
domingo, 13 de julho de 2008
Fábrica de Realizações
Fábrica de tijolos. Fabricar tijolo.
Tijolo de barro e cimento para edificar casas.
Tijolo de projetos e planos para edificar sonhos.
Tijolo de barro e cimento e projetos e planos para realizar a casa dos sonhos.
Fabricar sonhos, fabricar casas. Fábrica de tijolos.
Tijolo de barro e cimento para edificar casas.
Tijolo de projetos e planos para edificar sonhos.
Tijolo de barro e cimento e projetos e planos para realizar a casa dos sonhos.
Fabricar sonhos, fabricar casas. Fábrica de tijolos.
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